De reprente sao so gotinhas no ar.
Dia 5 de Fevereiro, ontem, comeca o 59th Berlinale, o Festival Internacional de Cinema de Berlim.
Nao nos contentamos so com o tapete vermelho e a tietagem. Entramos no predio onde jornalistas, produtores, administradores, cineastas se reunem pra organizar o evento e receber gente do mundo todo. Gente que come Wurst nas barraquinhas da rua, gente com laptop no Starbucks, gente com manta enrolada no persoco e casaco ate o chao.
E em plena Potsdamer Platz la estavem elas, as bolinhas de sabao. Colorir a cidade? Quem sabe.
Assim como os ursos espalhados pelas calcadas, os gaiteiros nos corredores de metro, as luzes baixas dos kneipes de Kreuzberg a noite.
Perdeu de vista, ja estourou! Perdeu o metro? Nao entra mais no vagao.
O proximo so vem em 5 minutos. Esta escrito no relogio eletronico.
Mesmo gente coleciona historia pra contar. A Alemanha tambem. Pena que em 3 horas nao de pra conhecer toda ela no Deuschtes Geschichte Museum. Dos primeiros povos germanos ate a queda do muro, em 89. A Lange Nacht den Museen, durante a qual toda Berlim corre pra entrar nos museus ate as 2 da manha, nao tem nada de "lange". Principalmente quando se esta diante dos storyboards originais de Hitchcok, no Film und Fernsehen Museum.
Arte, luzes, musica, palavras gigantes, pouco lixo, disciplina, linguas estranhas.
Sera que cabe tudo dentro de uma bolha de sabao?
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