segunda-feira, 11 de maio de 2009
Universo na mesa
Será que a linguagem do saber é universal?
Todos os querem: os livros.
Dentro da mochila, no canto da prateleira da biblioteca ou no meio do cobertor.
Eles contam muita coisa.
Coisas que sao compartilhadas na mesa da janta, as 2 da manha de uma quinta feira.
A língua? Nao importa. Essa é universal.
Todos os querem: os livros.
Dentro da mochila, no canto da prateleira da biblioteca ou no meio do cobertor.
Eles contam muita coisa.
Coisas que sao compartilhadas na mesa da janta, as 2 da manha de uma quinta feira.
A língua? Nao importa. Essa é universal.
Sol
O sol está esquentando o meu braco direito.
Desculpa, mas nesse teclado nao tem cedilha. Nem til.
Ele cruza a cortina azul do meu quarto e entra, de mansinho.
Como ele é esperado aqui em Tübingen. O inverno é longo, triste e branco.
Mas nao tira a magia das bicicletas que cruzam a cidade do Neckar todas as estacoes.
Algumas carregam livros, outras uma maca, uma mochila e até uma cervejinha.
Falam línguas estranhas, tem hábitos diferentes, mas conseguem se entender.
Querem Sol, querem verde, querem tulipas no parque.
Uma cidade do Saber que soube muito bem se localizar.
Em meio aos infinitos "bingen" de Baden Wütemberg, Tübingen espera todos os semestres estudantes de mala, cuia, dicionário e passaporte.
Uma Universidade deveras universal.
De bicicleta ou nao, eles se encontram nos cafés ou no Neckar Mühler pra uma Paulaner no fim da tarde.
Porque agora tem Sol.
Agora dá prá assar churrasco no barquinho sobre o rio.
Sao muitas terras dentro da Alemanha.
Portugal, Espanha, Itália, USA, República Checa, Brasil.
Depois de tanto percorrer, a gente se encontra por aqui.
Desculpa, mas nesse teclado nao tem cedilha. Nem til.
Ele cruza a cortina azul do meu quarto e entra, de mansinho.
Como ele é esperado aqui em Tübingen. O inverno é longo, triste e branco.
Mas nao tira a magia das bicicletas que cruzam a cidade do Neckar todas as estacoes.
Algumas carregam livros, outras uma maca, uma mochila e até uma cervejinha.
Falam línguas estranhas, tem hábitos diferentes, mas conseguem se entender.
Querem Sol, querem verde, querem tulipas no parque.
Uma cidade do Saber que soube muito bem se localizar.
Em meio aos infinitos "bingen" de Baden Wütemberg, Tübingen espera todos os semestres estudantes de mala, cuia, dicionário e passaporte.
Uma Universidade deveras universal.
De bicicleta ou nao, eles se encontram nos cafés ou no Neckar Mühler pra uma Paulaner no fim da tarde.
Porque agora tem Sol.
Agora dá prá assar churrasco no barquinho sobre o rio.
Sao muitas terras dentro da Alemanha.
Portugal, Espanha, Itália, USA, República Checa, Brasil.
Depois de tanto percorrer, a gente se encontra por aqui.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Planetas
Holandeses, brasileiros, franceses e brasileiros em Berlim.
Sera que o ingles da conta?
Bruno Ganz no Der Kleine Priz - O pequeno Principe.
Historia em frances, ouvida em alemao, pertinho do palco.
Muitas nacionalidades pra uma cabecinha so.
Ainda bem que o mundo eh pequeno. Muitos planetas.
E aqui da pra beber a agua da torneira.
E andar de transporte publico as 5 da manha. E ver velinhos e crincas no metro, em plena madrugada branca. Sim, eles preferem andar de metro, transporte coletivo.
"Alein fahren tut das Erde weh."
Viajar sozinho machuca a Terra. Eh o que diz a televisao de dentro do metro.
Ainda bem que o mundo eh pequeno.
Somos responsaveis por aquilo o que cativamos?
Bolhas de sabao
Cada bolha tem um formato. Ela comeca, fica rodeando no ar e estoura.
De reprente sao so gotinhas no ar.
Dia 5 de Fevereiro, ontem, comeca o 59th Berlinale, o Festival Internacional de Cinema de Berlim.
Nao nos contentamos so com o tapete vermelho e a tietagem. Entramos no predio onde jornalistas, produtores, administradores, cineastas se reunem pra organizar o evento e receber gente do mundo todo. Gente que come Wurst nas barraquinhas da rua, gente com laptop no Starbucks, gente com manta enrolada no persoco e casaco ate o chao.
E em plena Potsdamer Platz la estavem elas, as bolinhas de sabao. Colorir a cidade? Quem sabe.
Assim como os ursos espalhados pelas calcadas, os gaiteiros nos corredores de metro, as luzes baixas dos kneipes de Kreuzberg a noite.
Perdeu de vista, ja estourou! Perdeu o metro? Nao entra mais no vagao.
O proximo so vem em 5 minutos. Esta escrito no relogio eletronico.
Mesmo gente coleciona historia pra contar. A Alemanha tambem. Pena que em 3 horas nao de pra conhecer toda ela no Deuschtes Geschichte Museum. Dos primeiros povos germanos ate a queda do muro, em 89. A Lange Nacht den Museen, durante a qual toda Berlim corre pra entrar nos museus ate as 2 da manha, nao tem nada de "lange". Principalmente quando se esta diante dos storyboards originais de Hitchcok, no Film und Fernsehen Museum.
Arte, luzes, musica, palavras gigantes, pouco lixo, disciplina, linguas estranhas.
Sera que cabe tudo dentro de uma bolha de sabao?
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
sábado, 17 de janeiro de 2009
Galhos secos no frio
Nao se pode atravessar a rua no vermelho pra pedestres.
Consenso em qualquer parte do globo.
Aber, se nao há sinais de carro, por que nao cruzar a faixa e alcancar o outro lado da rua?
Perfeitamente viável, quando nao há criancas por perto.
Elas podem ver você fazendo isso e aprender algo fora das normas.
O exemplo é sempre o melhor professor.
Os bancos do metrô em Berlim sao todos estampados.
Multi-cores numa cidade multi.
Essa é uma estratégia contra as pichacoes, tao comuns na capital alema.
Já está tudo colorido, nao há mais espaco para o spray.
Lembra do Muro de Berlin?
A dualidade Leste-Oeste compoe a paisagem de uma cidade pintada pela Historia.
Consenso em qualquer parte do globo.
Aber, se nao há sinais de carro, por que nao cruzar a faixa e alcancar o outro lado da rua?
Perfeitamente viável, quando nao há criancas por perto.
Elas podem ver você fazendo isso e aprender algo fora das normas.
O exemplo é sempre o melhor professor.
Os bancos do metrô em Berlim sao todos estampados.
Multi-cores numa cidade multi.
Essa é uma estratégia contra as pichacoes, tao comuns na capital alema.
Já está tudo colorido, nao há mais espaco para o spray.
Lembra do Muro de Berlin?
A dualidade Leste-Oeste compoe a paisagem de uma cidade pintada pela Historia.
Desconhecida realidade de que estamos a procura
A jornada mais longa.
A jornada eterna é a que percorro dentro de mim. Jornada do aprender, do conhecer.
Ama-se aquilo o que se conhece. Caminhar para amar.
Amar as maravilhas do mundo que se descortinam a cada puxada de ar.
As jornadas lá de fora nao sao eternas, mas infinitas.
Tem muitas chegadas.
Mochila debaixo do banco. Cheiro das nuvens.
A totalidade me abraca e eu abraco a totalidade.
Mergulho no oceano do conhecimento. Do outro e de mim.
Condicao de Caminantes
O que eu tenho?
Tenho 21 anos.
Na voz de Jack Kerouack seriam 35 anos, em 1947 quando ele partiu rumo ao Oeste.
O caminho certo leva a uma so chegada. Quero caminhos incertos.
Nao inseguros, mas por descobrir.
Desvendar quantas infinitas realidades meus pes me fazem encontrar.
Esperanca
Realidades que hao de vir, mas ainda estao ausentes. O futuro é atraído para dentro do presente.
O presente é tocado pela realidade futura e assim as coisas futuras derramam-se naquelas presentes e as presentes, nas futuras.
A jornada eterna é a que percorro dentro de mim. Jornada do aprender, do conhecer.
Ama-se aquilo o que se conhece. Caminhar para amar.
Amar as maravilhas do mundo que se descortinam a cada puxada de ar.
As jornadas lá de fora nao sao eternas, mas infinitas.
Tem muitas chegadas.
Mochila debaixo do banco. Cheiro das nuvens.
A totalidade me abraca e eu abraco a totalidade.
Mergulho no oceano do conhecimento. Do outro e de mim.
Condicao de Caminantes
O que eu tenho?
Tenho 21 anos.
Na voz de Jack Kerouack seriam 35 anos, em 1947 quando ele partiu rumo ao Oeste.
O caminho certo leva a uma so chegada. Quero caminhos incertos.
Nao inseguros, mas por descobrir.
Desvendar quantas infinitas realidades meus pes me fazem encontrar.
Esperanca
Realidades que hao de vir, mas ainda estao ausentes. O futuro é atraído para dentro do presente.
O presente é tocado pela realidade futura e assim as coisas futuras derramam-se naquelas presentes e as presentes, nas futuras.
Assinar:
Postagens (Atom)